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Mostrando postagens de maio, 2025

A Plenitude de Ser: Entre a Perfeição e o Caos

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Vivo em um mundo onde a excelência é cobrada por pessoas que nem conhecemos bem — muitas delas herdeiras de uma vida fácil, estável, moldada por privilégios. Curiosamente, mesmo quem não pertence a essa casta acaba replicando esse ideal de perfeição. E, por vezes, nos deixamos envenenar por essa busca sem fim. Mas por que, afinal, queremos ser perfeitos? Qual é o verdadeiro propósito dessa obsessão? E se, ao invés de perseguirmos a perfeição, apenas buscássemos a plenitude de sermos o que somos? Assim como o gato não precisa fazer mais do que miar, dormir e caçar — apenas ser —, talvez também possamos simplesmente existir como somos. Sem a exigência de provar valor para pessoas tão perdidas quanto nós. Sem a necessidade de carregar grandes missões ou seguir planos rígidos de sucesso. Talvez bastasse viver. Viver com consciência, sem querer controlar o que é, afinal, incontrolável. O universo opera em um perfeito caos. Nada é eterno — nem a felicidade, nem a dor, nem a perfeição. ...

Os Arquétipos e as Roupas das Entidades

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  Durante minha jornada com a psicopictografia, observo constantemente como o senso comum influencia a maneira como as entidades espirituais são percebidas. Isso me leva a uma reflexão inevitável: será que as entidades realmente se apresentam da forma como imaginamos? Ou será que o que vemos é fruto de uma construção simbólica, enraizada em nossos referenciais culturais e religiosos? Afinal, a espiritualidade é literal ou alegórica? Com base em observações, vivências e reflexões, cheguei a algumas conclusões — e, como sempre costumo afirmar: tudo depende do contexto.